Tem noite que começa com um convite despretensioso e termina com você descobrindo o que estava esperando há meses.
A Marina tinha 34 anos e uma regra: nunca misturar trabalho com vontade. A Lívia, 31, nunca tinha ouvido falar dessa regra. Ou fingia muito bem que não.
Fazia três meses que elas dividiam a mesma mesa no escritório de Botafogo. Três meses de café passado uma para a outra sem pedir, de risada abafada em reunião chata, de um perfume amadeirado que a Marina sentia antes mesmo de a Lívia chegar. E três meses fingindo que aqueles olhares demorados eram só simpatia.
Naquela sexta, o céu desabou às seis da tarde. O prédio esvaziou, o trânsito parou, e a Lívia apareceu na porta da sala com duas taças e uma garrafa de vinho que alguém tinha esquecido na copa.
— A gente não vai sair daqui tão cedo — disse ela, já servindo. — Melhor aproveitar.
Sentaram no sofá da recepção, com as luzes da cidade borradas pela chuva na janela. A conversa foi ficando mais baixa, mais lenta. Os joelhos se encostaram e nenhuma das duas afastou. Quando a Lívia tirou uma mecha de cabelo do rosto da Marina e deixou os dedos escorregarem devagar pelo pescoço dela, a regra simplesmente deixou de existir.
— Você sabe que eu tô querendo isso desde o primeiro dia, né? — sussurrou a Lívia, tão perto que a Marina sentiu o gosto do vinho na voz dela.
O primeiro beijo foi cuidadoso, quase uma pergunta. O segundo já foi resposta. A Marina puxou a Lívia pela cintura com uma fome que nem sabia que carregava, e o beijo virou outra coisa: urgente, molhado, sem pressa nenhuma de acabar. As mãos encontraram botões, as blusas ficaram pelo caminho, e o arrepio que subiu pela espinha da Marina quando a boca da Lívia desceu pelo colo dela foi tão forte que ela precisou fechar os olhos.
— Calma — riu a Lívia contra a pele dela. — A gente tem a noite toda.
E tinha mesmo. A Lívia foi devagar de propósito, explorando cada pedaço como quem lê um mapa, voltando onde a respiração da Marina falhava, demorando onde ela gemia baixinho. A Marina, que sempre teve o controle de tudo, se pegou pedindo. Depois implorando. Depois sem palavra nenhuma, só o corpo arqueado, as unhas marcando o tecido do sofá e um tremor que começou lá dentro e não quis parar.
Quando conseguiu respirar de novo, foi ela quem virou o jogo. Deitou a Lívia, prendeu os pulsos dela com uma mão só e sorriu daquele jeito que a Lívia só tinha visto em reunião de resultado.
— Agora é a minha vez de não ter pressa.
Lá fora, a chuva continuou até de madrugada. Lá dentro, ninguém reparou.
Na segunda-feira, o café apareceu na mesa da Marina como sempre. Só que dessa vez vinha com um bilhete: "Sexta que vem tem previsão de chuva. Eu levo o resto."
Ela levou. Um óleo de massagem beijável e um brinquedinho pequeno, silencioso, que cabia na bolsa e transformou a segunda sexta em algo que a Marina até hoje não consegue contar sem ficar vermelha.
E se a próxima sexta fosse a sua?
Às vezes o que falta não é coragem, é só um empurrãozinho para a noite sair do comum. Inspire-se no que a Lívia levou na bolsa e descubra mais uma opção para aproveitar a dois:
- Óleo beijável para massagem BREEZE 120 ml — com óleo de amêndoas, para uma massagem envolvente a dois.
- Sugador clitoriano compacto e silencioso — discreto o bastante para a bolsa e intenso o bastante para virar o assunto da semana.
- Vibrador de casal com controle remoto — para quem quer brincar a dois, cada uma no comando de um momento.
Entrega discreta, embalagem sem identificação e compra 100% sigilosa. A sua chuva de sexta começa aqui.